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Depressão nos relacionamentos

O estado depressivo é geralmente devastador, apesar de muita gente não dá muito crédito.  Não vamos falar aqui do quadro clínico da Depressão, mas sim do aspecto da mesma que muitas pessoas não sabem e não se dão conta. Trata-se do grau em que esses transtornos afetam os relacionamentos. Um casamento em que um dos parceiros está com depressão tem muito mais propensão de acabar do que um onde não exista a doença, além desta doença ter uma prevalência de uma grande parte população, é uma das doenças que mais geram perdas sociais e nos relacionamentos familiares. 
A Depressão, seja leve, moderada ou grave, provocará sempre incapacidades de relações afetivas de seu portador, principalmente se considerarmos a duração dos sintomas. Ao longo do tempo os desgasttes para a família e para a pessoa são intensos.

As relações íntimas entre pessoas com depressão são mais tensas, estressantes e cheias de conflitos do que entre pessoas não depressivas. Hoje em dia é comum homens e mulheres reclamarem do relacionamento por conta de estarem com pessoas depressivas.

depressão nos relacionamentosA família, quando acontece um quadro depressivo, muita das vezes esta se desestrutura bastante. A tendência é querer ajudar o membro familiar a reagir, acreditando assim que essa reação depende da vontade da pessoa deprimida, propondo também medidas bem intencionadas e que acabam não causando muito efeito. Com frequência, dentro das famílias e também entre casais, existem várias crenças populares, que depreciam a pessoa com depressão, tais como a falta de vontade, uma fraqueza psíquica ou coisas assim.

Como ninguém consegue produzir melhoras, surge um sentimento de frustração e impotência muito desgastante, principalmente quando se junta às tais crenças populares. Além disso, deve-se considerar o impacto social e econômico que a doença pode representar para os familiares.

Os parentes das pessoas com depressão, bem como os(as) companheiros(as), também sofrem de uma intensa preocupação, raiva e exaustão. Quando o problema começa a ficar sério no relacionamento é capaz de chegar ao fim de um romance de uma hora para outra.

Curar a depressão tem sido algo muito difícil, é a doença do século XXI, mas quem desconfia que sofre do transtorno deve procurar ajuda especializada. Mas além de tudo, investir na qualidade de vida e bem-estar, não só físico, mas também nas relações interpessoais, é algo muito importante para combater o estado depressivo; investir no bom humor e nos pensamentos positivos aumenta o ânimo deixando a pessoa com mais fé e disposição.

Aliás, fé é o essencial para quem está em um estado de depressão grave pois apesar da pessoa se encontrar em um relacionamento social abalado, a relação entre a pessoa e Deus pode se tornar eficaz no combate a esse mal, pessoas cheias de fé e bom-humor possuem menos propensão para se tornarem depressivas.

Por isso SORRIA! As pessoas que sabem se divertir são capazes de sair de situações de estresse além de contagiar as pessoas ao redor contribuindo assim pra um relacionamento saudável entre você e a pessoa amada.

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Att,
Alan Ribeiro

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3 comentários:

  1. olá,
    eu tenho um relacionamento com um homem há 4 meses e ele tem sido bastante confuso. em principio de junho acabei um namoro e ao fim de um mês comecei a andar com um homem 15 anos mais velho que eu (ele tem 43 e eu 28) e ele também tinha acabado uma relação problemática há cerca de um mês. conhecemo nos na net e as coisas foram demasiado rápidas, como ambos tínhamos saído de relações muito difíceis não queríamos nada sério.
    eu via que ele era boa pessoa, mas comecei a perceber que ele tinha certos traumas do passado (pais um bocado frios, ex-namoradas que não o respeitaram, outras inclusive acabaram com ele para casar logo a seguir com outros, uma delas traiu-o descaradamente. a mulher que mais o marcou e com quem estava a pensar casar, ele descobriu mais tarde que já era casada e que era apenas um flirt para ela). olhando para trás vejo que ambos nesses primeiros tempos estávamos juntos por carência e no primeiro mês ele fez várias coisas que me desrespeitaram: um dia vi o facebook dele e ele estava a chamar de querida e a dizer pensa em mim a uma rapariga, confrontei o e ele disse que era assim que os brasileiros chamavam as amigas; fiz anos e percebi que ele nem se lembrava do meu aniversário: ofereceu-me um vale de 56 euros para comprar um telemóvel, mas depois pediu 30 euros para a gasolina (disse que pagava depois e quando lhos pedi disse que já gastava muito dinheiro a dar-me boleia. só no mês passado mos devolveu após uma discussão, disse que queria ter a consciência tranquila). uns dias depois quando lhe pedi o favor de me comprar um creme para as queimaduras solares de 8,50 euros, pois estava sem multibanco naquele dia, irritou-se comigo e disse que estava desempregado. comprou o creme e passou os dias seguintes a exigir-me de volta o dinheiro. eu pedi os meus 30 euros, ele começa a dizer que não tinha nada que os devolver e ainda me pede o dinheiro da prenda dele (estavamos em principio de agosto, ele só fazia anos em outubro). tratamo nos muito mal, mas uns dias depois decidimos ser só amigos. depois recaímos e voltamos a andar, ele dizia que era meu namorado, mas nunca me apresentou como namorada aos amigos, pais, etc. começou-me a tratar melhor que no primeiro mês: ouvia os meus problemas, não houve mais problemas acerca de dinheiro; mas ele fazia coisas como não se importar realmente com o meu prazer ou sentimentos, chegava constantemente atrasado aos encontros, dava mais importância a certos amigos do que a mim. um dia aborreci-me e disse que acabava tudo: não admitia que ele fizesse de mim parva e não queria mais a amizade dele. ele disse que era a minha escolha acabar o namoro,mas que ao menos ficassemos amigos. eventualmente voltamos a falar e recaimos na amizade colorida.
    desde aí nestes últimos dois meses, eis o que posso dizer da nossa relação:
    ele até agora nunca mais assumiu uma relação comigo, aliás percebi que na primeira vez que o fez, não foi sentido da parte dele. no entanto falamos todos os dias, várias vezes ao dia, estamos juntos todos os fins de semana, ele partilha praticamente tudo o que lhe acontece comigo, desabafa (inclusive quando vai passear ou ajudar uma ex namorada, ele liga-me a dizer que o vai fazer), ouve os meus problemas, pergunta sempre pela minha mãe, o que comi, se fui ao ginásio. sexualmente vejo que se preocupa realmente comigo. mas até há cerca de duas semanas e tal atrás dizia sempre que só queria a minha amizade normal e não queria ter mais nada comigo, mas sempre que estávamos juntos tentava algo e recaiamos e havia sempre certas brincadeiras (apesar de nunca haver sexo propriamente dito), no entanto no dia a seguir quando ia beijá-lo dizia que estava arrependido e que devia mo nos conhecer melhor antes de fazer mos qualquer tipo de sexo. se o queria beijar na rua, nunca aceitava, dizia que queria distanciamento, só aceitava isso quando estavamos em casa sozinhos.

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  2. ele fez isso três vezes, então eu zanguei-me a sério e disse que não queria mais andar com alguém que parecia que tinha vergonha de mim. zangamo nos, fizemos as pazes de novo e ele disse que não ia voltar a repetir isso. então desde há quase 3 semanas que se despede de mim com beijos, já é carinhoso comigo na rua (apesar de nunca me ter dado a mão, a não ser uma vez quando namoravamos), vejo que se entrega muito mais quando estamos juntos e parecia que se estava a encaminhar para algo especial. infelizmente na segunda-feira ele despediu-se do emprego, pois não aguentava a pressão e por estar muito preocupado com a mãe que teve um principio de avc há uns meses, confirmou algo que eu já estava a adivinhar: ele tem uma depressão e desde segunda que estava em casa muito em baixo, cheio de dores de cabeça e estômago. desde ai só tem falado com os pais e comigo, nem partilhou o que aconteceu com o melhor amigo. liga-me e manda-me mensagens constantemente a desabafar e a contar o que sente e eu tenho-o apoiado como posso: ouvindo-o e dando-lhe bons conselhos.
    a minha apreciação desta relação é que no inicio éramos ficantes (se bem que eu tenho a certeza que ele nunca esteve com mais ninguém e eu também. pois isso foi uma das regras que estabelecemos logo. mas também sei que durante um bom tempo, ele esteve comigo, mas estava a tentar conhecer outra rapariga com quem pudesse ter uma relação séria e eu confesso que também), depois começámos a formar uma amizade que em quatro meses se tornou forte (ficamos contentes só de estarmos um com o outro, a jogar um jogo ou a passear), e nos últimos tempos sentia que se podia tornar algo especial (se bem que ele me deixava na incerteza: fazendo gestos de um homem que se está a apaixonar e ao mesmo tempo dando para trás). mas agora descubro que ele está com uma depressão e eu neste momento também me sinto fragilizada.
    na sua opinião o que é que eu posso esperar desta relação? vale a pena investir nela? ou o mais sábio será por uma pausa nela até o homem se recuperar da depressão e eu dos meus problemas? ou por outro lado tirar da mente este rapaz de vez, pois acha que não há futuro? se puder também dar-me uns conselhos de como lidar com ele e apoiá-lo neste momento difícil agradecia.
    eu sei que ele já me fez algumas coisas algo desagradáveis, mas eu também não fui compreensiva com ele em certos aspectos e sei que o magoei e não fui uma companhia estável, também devido a problemas do passado, mas acredito firmemente que somos amigos e que ele é uma boa pessoa. se tiver de abandoná-lo como mulher vai doer, mas eu não quero ficar sem ele como amiga também e doi-me vê-me assim. como poderei ajudá-lo?
    obrigado pela atenção.
    daniela

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    Respostas
    1. Ele não é bom homem para você. Não caia na ilusão de achar que tem que ficar perto dele para ajuda-lo, você vai acabar se ferrando todinha. Corte qualquer contato, isso sim, e siga com sua vida. Esse cara é um convite para você se dar muito mal no futuro, sofrendo feito uma desgraçada. Se quiser isso, então continue com ele. Agora, se não quiser, você já sabe o que fazer.

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